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Mesas-redondas

 

O XXVI Congresso Brasileiro de Paleontologia promoverá mesas-redondas em temáticas de grande interesse geral, com a presença de painelistas de renome em seus campos e a promoção do debate entre os participantes.

Mesas confirmadas:

 

  • Manejo pós-desastre: o resgate das coleções paleontológicas dos escombros do Paço de São Cristóvão do Museu Nacional


Painelistas: Doutora Luciana Barbosa Carvalho e Doutora Luciana Witovisk Gussella
 

Luciana Barbosa Carvalho é graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Gama Filho (1993), Mestre em Ciências Biológicas (Zoologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1996) e Doutora em Ciências Biológicas (Zoologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007). Atualmente é pesquisadora em Paleontologia do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional/UFRJ, coordenadora e professora do Curso de Pós-graduação (lato sensu) em Geologia do Quaternário do Museu Nacional/UFRJ e coordenadora adjunta do Programa de Pós-graduação em Geociências - Patrimônio Geopaleontológico do Museu Nacional/UFRJ. Atua na curadoria da Coleção de Paleovertebrados do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional/UFRJ. Possui experiência na elaboração e execução de exposições. A experiência na divulgação científica e popularização da Paleontologia decorre também da atuação na produção de documentários em vídeos, livros e atendimento ao público através da visita guiada na exposição do Museu Nacional e palestras em instituições de ensino. Tem experiência na área de Paleozoologia, atuando principalmente nas seguintes linhas de pesquisa: Paleoneurologia, histologia e ultraestrutura em ovos e dentes de vertebrados fósseis. Luciana Carvalho é vice-coordenadora das ações de resgate do acervo do Museu Nacional.


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Luciana Witovisk é graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Paraná (2002), mestre em  Ciências Biológicas (Botânica) pela Universidade de São Paulo (2007) e doutora pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2012), analisando lenhos preservados por permineralização, carbonificação, carbonização e petrificação, e folhas do Cretáceo da Antártica. Em 2013 foi responsável, junto com Marcelo Carvalho, pela concepção e montagem da 1ª Exposição de Paleobotânica do Museu Nacional, intitulada "A (R)evolução das Plantas". Atualmente é Professora de Paleobotânica no Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional/UFRJ. Curadora da Coleção de Paleobotânica, Coordenadora do curso de Especialização em Geologia do Quaternário e uma das coordenadoras do Curso de Extensão "Meninas com Ciência: Geologia, Paleontologia e Gênero no Museu Nacional, Luciana Witovisk é parte da equipe de resgate do acervo do Museu Nacional.

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  • Novo Código Brasileiro de Nomenclatura Estratigráfica

Painelistas: Doutor Hermínio Ismael de Araújo Júnior e Doutor Marco Antonio Caçador Martins-Ferreira.

Hermínio Ismael de Araújo Júnior é paleontólogo, graduado em Ciências Biológicas (2010) pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e Mestre (2012) e Doutor (2015) em Geologia (Paleontologia e Estratigrafia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É Professor Adjunto e Sub-chefe do Departamento de Estratigrafia e Paleontologia (DEPA) da Faculdade de Geologia (FGEL) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e membro permanente do corpo docente do Programa de Pós-graduação em Geociências (PPGG) da UERJ. É docente do curso de especialização em Geologia do Quaternário (GeoQuater) do Museu Nacional/UFRJ. Atuou como Professor Visitante em programas de pós-graduação da UFRJ (2015 a 2017), UESB (2018) e UFS (2018). Atualmente é Presidente (gestão 2018-2020) do Núcleo RJ/ES da Sociedade Brasileira de Paleontologia (SBP), Diretor de Programação Técnico-Científica (gestão 2019-2020) do Núcleo Rio de Janeiro/Espírito Santo da Sociedade Brasileira de Geologia (SBG) e membro da Comissão Brasileira de Estratigrafia (CBE).


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Marco Antonio Caçador Martins-Ferreira é professor na Universidade Federal de Goiás. Graduado em Geologia, Mestre em Prospecção Mineral e Doutor em Geologia Regional e Tectônica pela Universidade de Brasília com especialização em Docência do Ensino Superior. Desenvolve pesquisa em Geologia Regional, Geologia Estrutural, Tectônica e Prospecção Mineral com foco no tema Tectônica de Bacias. É dirigente da Comissão Brasileira de Estratigrafia da Sociedade Brasileira de Geologia.
  • Diálogos Paleontologia-Mineração
  1.  
  2. Painelistas : Doutor Renato Pirani Ghilardi e Doutor Honoris Causa Diógenes de Almeida Campos.
Renato Pirani Ghilardi possui graduação em Ciências Biológicas- Modalidade Bacharelado pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP/Botucatu - 1995), mestrado em Geociências (Geologia Sedimentar) pela Universidade de São Paulo (USP - 1999) e doutorado em Geociências (Geologia Sedimentar) pela Universidade de São Paulo (USP - 2004). Graduado em Filosofia pela Unifran em 2016. Possui pós graduação lato sensu pela Universidade Santa Cecília em Tanatologia. Possui vasta experiência em magistério, atuando por 10 anos no ensino médio e em curso preparatório para vestibulares sistema Objetivo, na cidade de São Paulo. Foi professor da Universidade Paulista (UNIP). É Professor Associado (Livre-Docente) da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP - Bauru) onde ministra as disciplinas de Geologia, Paleontologia e Fundamentos das Ciências Humanas. Chefe de Laboratório LAPALMA desde 2007, onde realiza suas linha de pesquisa em Paleontologia de Macroinvertebrados. É professor do curso de pós graduação em Biologia Aquática do Instituto de Biociências da Unesp - Litoral Paulista, onde ministra a disciplina Tafonomia e Geomorfologia como ferramenta em interpretações paleoambientais. Participa como coordenador do grupo de pesquisa CNPq Palaios e como colaborador do grupo de pesquisa CNPq Paleontologia do Mato Grosso do Sul.  Atual presidente da Sociedade Brasileira de Paleontologia (gestão 2017-2019).

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Diogenes de Almeida Campos, naturalista e paleontólogo, nascido em Irará, BA, em 1943, formou-se em Geologia pela Universidade Federal da Bahia. Transferiu-se para o Rio de Janeiro, em 1968, ingressando no Departamento Nacional de Produção Mineral. Na seção de Paleontologia do DNPM foi, desde o início, orientado por Llewellyn Ivor Price, que o estimulou a dedicar-se à Paleontologia de Vertebrados e à Estratigrafia do Cretáceo brasileiro. Responsável, desde 1977, por uma das mais importantes coleções de fósseis do Brasil, é Chefe do Setor de Paleontologia do DNPM. Vem procurando manter este acervo organizado, documentado e disponível para pesquisa. Sua obra científica segue a tradição de seus mentores, Price, Sommer e Simões Ferreira, sendo autor de mais de setenta trabalhos. É bolsista do CNPq, tendo como linha de pesquisa o estudo dos répteis fósseis e da estratigrafia do Cretáceo brasileiro. Sua dissertação de mestrado versou sobre as tartarugas fósseis do Brasil e, atualmente, vem descrevendo os dinossauros, pterossauros e crocodilianos da formação Bauru e da bacia do Araripe. Foi um dos autores do Mapa Geológico do Brasil, escala 1:2.500.000, bem como dos livros Geologia do Brasil, Léxico Estratigráfico Brasileiro, da Carta Geológica do Brasil ao Milionésimo e do Mapa Geológico da América do Sul. Em 22 de agosto de 2014, foi outorgado com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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  • Foraminíferos bentônicos ou Ostracoda? Comparando a acurácia dos indicadores paleoambientais


Painelistas: Doutora Cátia Fernandes Barbosa e Doutor João Carlos Coimbra

Mestrado e Doutorado em Geociências (Geologia Sedimentar) pela Universidade de São Paulo (1997), Cátia Fernandes Barbosa é professora Associado IV e Chefe do Departamento de Geoquímica da Universidade Federal Fluminense (UFF). Tem experiência na área de Oceanografia Geológica e nas ciências do sistema Terra-Oceano, com ênfase em Interação entre os Organismos Marinhos e os Parâmetros Ambientais, atuando principalmente nos seguintes temas: sedimentologia (carbonatos e siliciclásticos), foraminifera (bentônicos e planctônicos) e paleoceanografia da margem continental brasileira interna e externa e recifes de coral. É curadora da coleção de foraminíferos do Departamento de Geoquímica da Universidade Federal Fluminense e coordenadora do Laboratórios de Video-Microscopia e do Laboratório de Microscopia Eletrônica de Varredura. É lider do grupo de pesquisa do CNPq intitulado Pesquisas Ecossistêmicas, Experimentais e Paleoceanográficas em Carbonatos (PEEK). Membro do Pool of Experts das Nações Unidas nos Processos Regulares de Avaliação Global e Estado do Meio Marinho, incluindo os Aspectos Socioeconômicos.

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João Carlos Coimbra possui mestrado (1984) e doutorado (1995) em Geociências (Área de Paleontologia) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Iniciou sua carreira acadêmica na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em São Luís, tendo também sido paleomicrontólogo do Centro de Pesquisas da PETROBRAS, no Rio de Janeiro. Atualmente é Professor Titular do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia, do Instituto de Geociências, da UFRGS, orientando no Programa de Pós-Graduação em Geociências desde 1998. Tem experiência nas áreas de Geociências e Zoologia, com ênfase em Paleomicrontologia, Paleontologia Estratigráfica e Paleozoologia, trabalhando principalmente com microfósseis calcários (em especial Ostracoda) com aplicações à sistemática, paleozoogeografia, paleoceanografia e bioestratigrafia. Desde 2011 atua também como professor convidado no PPG-Pedeciba Geociencias da Universidad de la Republica, Uruguai. Foi duas vezes secretário (2001-2003 e 2003-2005) e também duas vezes presidente (2005-2007 e 2007-2009) da Sociedade Brasileira de Paleontologia (SBP).

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  • Mulheres na Paleontologia

 

Painelistas: Doutora Taíssa Rodrigues Marques da Silva e Doutora Annie Schmaltz Hsiou

Carioca de nascimento, belorizontina de criação e capixaba por opção, Taíssa Rodrigues é bióloga e paleontóloga, e professora na Universidade Federal do Espírito Santo, onde também atua como coordenadora do Programa de Pós-graduação em Ciências Biológicas. Em sua pesquisa dedica-se ao estudo de pterossauros, tema no qual é a principal referência nacional de sua geração. É Primeira-secretária da Sociedade Brasileira de Paleontologia na gestão 2017-2019 e membro internacional do comitê de assuntos governamentais da Society of Vertebrate Paleontology. Nos últimos dois anos têm-se dedicado a combater o machismo, o assédio sexual e o bullying na Ciência.

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Annie S. Hsiou p
ossui graduação em Ciências Biológicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2002), mestrado em Geociências e doutorado em Ciências, com área de concentração em Paleontologia, ambos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2006 e 2010). É Professora Associada junto ao Departamento de Biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo (USP). Atualmente faz parte da Diretoria da Sociedade Brasileira de Paleontologia, ocupando a Vice-Presidência (gestão 2017/2019), além de ter sido primeira-tesoureira nas gestões 2013/2015 e 2015/2017. Tem experiência na área de Paleontologia de Vertebrados, com ênfase em Lepidosauria: taxonomia e sistemática de esfenodontes, lagartos e serpentes fósseis do Mesozóico e Cenozóico sul-americano. Mãe de dois filhos, esteve de licença maternidade entre maio a outubro de 2014 e entre junho a dezembro de 2018.


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Gostaria de propor um tema a ser fomentado, e atuar como painelista de uma Mesa-redonda na edição de sexagenário do Congresso Brasileiro de Paleontologia? 


Organize sua proposta, baixe aqui o formulário próprio para submissão, e envie para avaliação da Coordenação de Simpósios e Mesas-Redondas do XXVI CBP no e-mail simposiosemesas_cbp2019@sbpbrasil.org.

Data limite para envio: 20 de julho de 2019 (não-prorrogável).

Até três propostas adicionais às supramencionadas poderão ser acomodadas na estrutura disponibilizada pela Universidade Federal de Uberlândia na semana do evento.