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Mesas-redondas

 

O XXVI Congresso Brasileiro de Paleontologia promoverá mesas-redondas em temáticas de grande interesse geral, com a presença de painelistas de renome em seus campos e a promoção do debate entre os participantes:
 


MESA 1:

  • Foraminíferos bentônicos ou Ostracoda? Comparando a acurácia dos indicadores paleoambientais 


Painelistas: Doutora Cátia Fernandes Barbosa e Doutor João Carlos Coimbra 

Com mestrado e doutorado em Geociências (Geologia Sedimentar) pela Universidade de São Paulo (1997), Cátia Fernandes Barbosa é professora Associado IV e Chefe do Departamento de Geoquímica da Universidade Federal Fluminense (UFF). Tem experiência na área de Oceanografia Geológica e nas ciências do sistema Terra-Oceano, com ênfase em Interação entre os Organismos Marinhos e os Parâmetros Ambientais, atuando principalmente nos seguintes temas: sedimentologia (carbonatos e siliciclásticos), foraminifera (bentônicos e planctônicos) e paleoceanografia da margem continental brasileira interna e externa e recifes de coral. É curadora da coleção de foraminíferos do Departamento de Geoquímica da Universidade Federal Fluminense e coordenadora do Laboratórios de Video-Microscopia e do Laboratório de Microscopia Eletrônica de Varredura. É lider do grupo de pesquisa do CNPq intitulado Pesquisas Ecossistêmicas, Experimentais e Paleoceanográficas em Carbonatos (PEEK). Membro do Pool of Experts das Nações Unidas nos Processos Regulares de Avaliação Global e Estado do Meio Marinho, incluindo os Aspectos Socioeconômicos.

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João Carlos Coimbra possui mestrado (1984) e doutorado (1995) em Geociências (Área de Paleontologia) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Iniciou sua carreira acadêmica na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em São Luís, tendo também sido paleomicrontólogo do Centro de Pesquisas da PETROBRAS, no Rio de Janeiro. Atualmente é Professor Titular do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia, do Instituto de Geociências, da UFRGS, orientando no Programa de Pós-Graduação em Geociências desde 1998. Tem experiência nas áreas de Geociências e Zoologia, com ênfase em Paleomicrontologia, Paleontologia Estratigráfica e Paleozoologia, trabalhando principalmente com microfósseis calcários (em especial Ostracoda) com aplicações à sistemática, paleozoogeografia, paleoceanografia e bioestratigrafia. Desde 2011 atua também como professor convidado no PPG-Pedeciba Geociencias da Universidad de la Republica, Uruguai.  Foi duas vezes secretário (2001-2003 e 2003-2005) e também duas vezes presidente (2005-2007 e 2007-2009) da Sociedade Brasileira de Paleontologia (SBP).
 

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MESA 2:

  • Manejo pós-desastre: o resgate das coleções paleontológicas dos escombros do Paço de São Cristóvão do Museu Nacional


Painelistas: Doutora Luciana Barbosa Carvalho e Doutora Luciana Witovisk Gussella
 

Luciana Barbosa Carvalho é graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Gama Filho (1993), Mestre em Ciências Biológicas (Zoologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1996) e Doutora em Ciências Biológicas (Zoologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007). Atualmente é pesquisadora em Paleontologia do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional/UFRJ, coordenadora e professora do Curso de Pós-graduação ( lato sensu ) em Geologia do Quaternário do Museu Nacional/UFRJ e coordenadora adjunta do Programa de Pós-graduação em Geociências - Patrimônio Geopaleontológico do Museu Nacional/UFRJ. Atua na curadoria da Coleção de Paleovertebrados do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional/UFRJ. Possui experiência na elaboração e execução de exposições. A experiência na divulgação científica e popularização da Paleontologia decorre também da atuação na produção de documentários em vídeos, livros e atendimento ao público através da visita guiada na exposição do Museu Nacional e palestras em instituições de ensino. Tem experiência na área de Paleozoologia, atuando principalmente nas seguintes linhas de pesquisa: Paleoneurologia, histologia e ultraestrutura em ovos e dentes de vertebrados fósseis. Luciana Carvalho é vice-coordenadora das ações de resgate do acervo do Museu Nacional.


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Luciana Witovisk é graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Paraná (2002), mestre em  Ciências Biológicas (Botânica) pela Universidade de São Paulo (2007) e doutora pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2012), analisando lenhos preservados por permineralização, carbonificação, carbonização e petrificação, e folhas do Cretáceo da Antártica. Em 2013 foi responsável, junto com Marcelo Carvalho, pela concepção e montagem da 1ª Exposição de Paleobotânica do Museu Nacional, intitulada "A (R)evolução das Plantas". Atualmente é Professora de Paleobotânica no Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional/ UFRJ. Curadora da Coleção de Paleobotânica, Coordenadora do curso de Especialização em Geologia do Quaternário e uma das coordenadoras do Curso de Extensão "Meninas com Ciência: Geologia, Paleontologia e Gênero no Museu Nacional, Luciana Witovisk é parte da equipe de  resgate do acervo do Museu Nacional.

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MESA 3:
  • Novo Código Brasileiro de Nomenclatura Estratigráfica

Painelistas: Doutor Hermínio Ismael de Araújo Júnior e Doutor Marco Antonio Caçador Martins-Ferreira

Hermínio Ismael de Araújo Júnior é paleontólogo, graduado em Ciências Biológicas (2010) pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e Mestre (2012) e Doutor (2015) em Geologia (Paleontologia e Estratigrafia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É Professor Adjunto e Sub-chefe do Departamento de Estratigrafia e Paleontologia (DEPA) da Faculdade de Geologia (FGEL) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e membro permanente do corpo docente do Programa de Pós-graduação em Geociências (PPGG) da UERJ. É docente do curso de especialização em Geologia do Quaternário (GeoQuater) do Museu Nacional/UFRJ. Atuou como Professor Visitante em programas de pós-graduação da UFRJ (2015 a 2017), UESB (2018) e UFS (2018). Atualmente é Presidente (gestão 2018-2020) do Núcleo RJ/ES da Sociedade Brasileira de Paleontologia (SBP), Diretor de Programação Técnico-Científica (gestão 2019-2020) do Núcleo Rio de Janeiro/Espírito Santo da Sociedade Brasileira de Geologia (SBG) e membro da Comissão Brasileira de Estratigrafia (CBE). 
Atualmente ocupa a função de Coordenador de Interiorização da Extensão na Sub-Reitoria de Extensão e Cultura (SR-3) da UERJ.
 




Marco Antonio Caçador Martins-Ferreira é professor na Universidade Federal de Goiás. Graduado em Geologia, Mestre em Prospecção Mineral e Doutor em Geologia Regional e Tectônica pela Universidade de Brasília com especialização em Docência do Ensino Superior. Desenvolve pesquisa em Geologia Regional, Geologia Estrutural, Tectônica e Prospecção Mineral com foco no tema Tectônica de Bacias. É dirigente da Comissão Brasileira de Estratigrafia da Sociedade Brasileira de Geologia.
MESA 4:
  • Micropaleontologia: Perspectivas e aplicações

PainelistasDoutor Cleber Fernandes Alves, Doutor Marcelo de Araújo Carvalho e Dra. Enelise Kátia Piovesan
 
Cleber F. Alves possui graduação em Ciências Biológicas (Licenciatura e Bacharelado) pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2000), Mestrado em Geologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2003) e Doutorado em Geologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007). Entre 2006 e 2018 trabalhou como Biólogo em estudos biocronoestratigráficos e paleoecológicos com nanofósseis nalcários para o Cenpes/PETROBRAS, pela Fundação Gorceix e pela Inspectorate do Brasil Inspeções Ltda. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Paleontologia Estratigráfica, atuando principalmente nos seguintes temas: nanofósseis calcários, bioestratigrafia aplicada à exploração de petróleo, paleoecologia e paleoceanografia. Atualmente trabalha como Pesquisador Colaborador no Laboratório de Palinofácies & Fácies Orgânica do Departamento de Geologia do Instituto de Geociências da UFRJ como consultor em anofósseis alcários no projeto "Aplicação da Bioestratigrafia de Radiolários nas bacias das margens leste e equatorial brasileiras na indústria do Petróleo".
 
Graduado em Biologia pela Universidade Gama Filho (1991), Marcelo de Araújo Carvalho possui mestrado em Geociências (Paleontologia e Estratigrafia, 1996) realizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Doutorado em Geociências realizado na Ruprecht-Karls Universität Heidelberg, Alemanha (Paleontologia, 2001). Desde 2002 é Professor do Departamento de Geologia e Paleontologia (DGP) do Museu Nacional (UFRJ) e orientador permanente do Programa de Pós-graduação em Geologia/UFRJ e do Programa de Pós~graduação em Patrimônio Geopaleontológico do Museu Nacional/UFRJ. Atua desde 2002, como Membro da Coordenação do Curso de Especialização em Geologia do Quaternário (Coordenador entre 2003-2004) e Coordenador do Programa de Pós-graduação em Geociências (Patrimônio Geopaleontológico). Chefe do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional por três mandatos de 2 anos. De 2010 a 2014 foi Vice-Diretor do Museu Nacional (UFRJ). Coordenador do Laboratório de Paleoecologia Vegetal do (DGP/MN/UFRJ) e líder do Grupo de Pesquisa "Paleoecologia Vegetal", tem experiência em Palinologia e Palinofácies. Coordena o projeto FLORANTAR (Paleofloras da Península Antártica), que reúne 30 anos de experiência em pesquisas paleontológicas na Península Antártica e a maior produtividade nacional no campo da pesquisas paleontológica brasileira na Antártica.

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Kátia Piovesan possui graduação em Ciências Biológicas (2005), mestrado e doutorado (2008 e 2014) em Geologia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Tem experiência na área de Paleontologia, especificamente no estudo de ostracodes do Cretáceo, paleoecologia, paleobiogeografia e bioestratigrafia. Desenvolve projetos envolvendo ostracodes do Mesozoico em bacias marginais e bacias interiores do Brasil. Atualmente é docente na Universidade Federal de Pernambuco, atuando no ensino de graduação e pós-graduação em Geociências e coordenando o Laboratório de Micropaleontologia Aplicada da instituição.





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Gerson  Fauth,  doutor em Geologia pela Ruprecht-Karls-Universität Heidelberg (Alemanha),  é professor nos cursos de graduação e de pós-graduação em Geologia na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), onde também coordena o Instituto Tecnológico de Micropaleontologia - itt FOSSIL. Possui experiência na área de Geociências, com ênfase em Bioestratigrafia, e trabalha também com temas sobre microfósseis, Cretáceo e Cenozóico, evolução das bacias marginais brasileiras e extinções em massa. Desde 2006 coordena equipes de micropaleontólogos que executam projetos de pesquisa em diferentes bacias sedimentares no Brasil e no exterior, bem como projetos junto ao Programa Integrado de Perfuração Oceânica no Brasil  (IODP/CAPES) e ao Programa Antártico Brasileiro. Recentemente atuou como co-chief da  Expedição IODP 388: Equatorial Atlantic Gateway.

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MESA 5:
  • Diálogos Paleontologia-Mineração
 
Painelistas: Doutor Renato Pirani Ghilardi e Doutor Honoris Causa Diógenes de Almeida Campos

 

Renato Pirani Ghilardi possui graduação em Ciências Biológicas- Modalidade Bacharelado pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP/Botucatu - 1995), mestrado em Geociências (Geologia Sedimentar) pela Universidade de São Paulo (USP - 1999) e doutorado em Geociências (Geologia Sedimentar) pela Universidade de São Paulo (USP - 2004). Graduado em Filosofia pela UNIFRAN em 2016. Possui pós-graduação lato sensu pela Universidade Santa Cecília em Tanatologia. Possui vasta experiência no magistério, atuando por 10 anos no ensino médio e em curso preparatório para vestibulares sistema Objetivo, na cidade de São Paulo. Foi professor da Universidade Paulista (UNIP). É Professor Associado (Livre-Docente) da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP - Bauru) onde ministra as disciplinas de Geologia, Paleontologia e Fundamentos das Ciências Humanas. Chefe de Laboratório LAPALMA desde 2007, onde conduz suas linhas de pesquisa em Paleontologia de macroinvertebrados. É professor do curso de pós-graduação em Biologia Aquática do Instituto de Biociências da Unesp - Litoral Paulista, onde ministra a disciplina Tafonomia e Geomorfologia como ferramenta em interpretações paleoambientaisl.  Atual presidente da Sociedade Brasileira de Paleontologia (gestão 2017-2019).
 
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Diógenes de Almeida Campos, naturalista e paleontólogo nascido em Irará, BA, em 1943, formou-se em Geologia pela Universidade Federal da Bahia. Transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1968, ingressando no Departamento Nacional de Produção Mineral. Na seção de Paleontologia do DNPM foi orientado por Llewellyn Ivor Price, que o estimulou a dedicar-se à Paleontologia de Vertebrados e à Estratigrafia do Cretáceo brasileiro. Responsável, desde 1977, por uma das mais importantes coleções de fósseis do Brasil, é curador do Museu de Ciências da Terra da CPRM. Sua obra científica segue a tradição de seus mentores, Price, Sommer e Simões Ferreira, sendo autor de mais de setenta trabalhos. É bolsista do CNPq, tendo como linha de pesquisa o estudo dos répteis fósseis e da estratigrafia do Cretáceo brasileiro. Sua dissertação de mestrado versou sobre as tartarugas fósseis do Brasil e, atualmente, vem descrevendo os dinossauros, pterossauros e crocodilianos das bacias Bauru e Araripe. Foi um dos autores do Mapa Geológico do Brasil, escala 1:2.500.000, bem como dos livros Geologia do Brasil, Léxico Estratigráfico Brasileiro, da Carta Geológica do Brasil ao Milionésimo e do Mapa Geológico da América do Sul. Foi Presidente da Sociedade Brasileira de Paleontologia e da Comissão Brasileira do Programa Internacional de Correlação Geológica. Preocupado com a preservação dos depósitos fossilíferos brasileiros, Campos envolveu as populações de Crato e Santana do Cariri, no Ceará, e de Uberaba, em Minas Gerais, em projetos pioneiros, fundados no reconhecimento da necessidade de conscientizar as comunidades da Chapada do Araripe e do Triângulo Mineiro sobre a importância de seu patrimônio científico. O Centro de Pesquisas Paleontológicas Llewellyn Ivor Price, o Museu Paleontológico de Santana do Cariri e o Centro de Pesquisas Paleontológicas da Chapada do Araripe, além do Museu de Ciências da Terra, do Rio de Janeiro são testemunhos da preocupação de Campos com a educação e a divulgação do conhecimento sobre a história da vida na Terra. Membro titular da Academia Brasileira de Ciências, é Comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico e em 22 de agosto de 2014 foi outorgado com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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MESA 6:
  • Futuro da Paleontologia no Brasil: A Perspectiva do Pós-graduando

Painelistas: Doutor Marcos César Bissaro Júnior, geólogo Victor Rodrigues Ribeiro e Me. Silvio Yuji Onary Alves 
 
Marcos César Bissaro Júnior é bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2002), mestre em Ecologia pela Universidade de São Paulo (2008), onde se utilizou da tafonomia em questões ligadas da Paleontologia à Zooarqueologia, e doutor em Biologia Comparada pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - USP (2018), trabalhando com temas ligados à tafonomia, geoquímica e geocronologia de vertebrados  da Formação Solimões (Mioceno Superior, Bacia do Acre). Atuou no Programa de Preservação do Patrimônio Paleontológico da UHE Santo Antônio (RO) como  coordenador de campo, bem como coordenou outros trabalhos envolvendo Paleontologia e Arqueologia de contrato. Integra a direção da Sociedade Brasileira de Paleontologia (gestão 2017-2019).
 



Victor Rodrigues Ribeiro possui graduação em Geologia pela Universidade Federal de Mato Grosso (2017) e Graduação Sanduíche na Arizona State University pelo Programa Ciência Sem Fronteiras (01/08/2013 a 31/12/2014). Atualmente leciona no Núcleo de Educação e Cultura Tipura, em Bom Despacho-MG, e é mestrando no Programa de Pós-Graduação em Caracterização e Aplicação da Diversidade Biológica (UNESP-Assis/Bauru), onde atua em projetos em Estratigrafia e Paleobiogeografia do Devoniano Sul-Americano.

 



Silvio Yuji Onary Alves possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de São Carlos e mestrado 
em Biologia Comparada pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - USP. Atualmente é doutorando pelo mesmo programa, atuando na área de anatomia, biogeografia e sistemática filogenética de Serpentes e integrando os registros paleontológicos com dados moleculares em sua linha de pesquisa.



 
MESA 7:
  • Mulheres na Paleontologia

 

Painelistas: Doutora Taíssa Rodrigues Marques da Silva e Doutora Annie Schmaltz Hsiou

Carioca de nascimento, belorizontina de criação e capixaba por opção, Taíssa Rodrigues é bióloga e paleontóloga, e professora na Universidade Federal do Espírito Santo, onde também atua como coordenadora do Programa de Pós-graduação em Ciências Biológicas. Em sua pesquisa dedica-se ao estudo de pterossauros, tema no qual é a principal referência nacional de sua geração. É Primeira-secretária da Sociedade Brasileira de Paleontologia na gestão 2017-2019 e membro internacional do comitê de assuntos governamentais da Society of Vertebrate Paleontology. Nos últimos dois anos têm-se dedicado a combater o machismo, o assédio sexual e o bullying na Ciência.

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Annie S. Hsiou
possui graduação em Ciências Biológicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2002), mestrado em Geociências e doutorado em Ciências, com área de concentração em Paleontologia, ambos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2006 e 2010). É Professora Associada do Departamento de Biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP). Atualmente faz parte da Diretoria da Sociedade Brasileira de Paleontologia, ocupando a Vice-Presidência (gestão 2017/2019), além de ter sido primeira-tesoureira nas gestões 2013/2015 e 2015/2017. Tem experiência na área de Paleontologia de Vertebrados, com ênfase em Lepidosauria: taxonomia e sistemática de esfenodontes, lagartos e serpentes fósseis do Mesozoico e Cenozoico sul-americano. Mãe de dois filhos, esteve de licença maternidade entre maio a outubro de 2014 e entre junho a dezembro de 2018.


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MESA 8:

  • LGBTQI+, mais que uma sigla: Representatividade e Inclusão Social na Ciência 

PainelistasDoutor Rafael Delcourt e Ma. Lucy Gomes de Souza

Rafael Delcourt é bacharel e licenciado em Ciências Biológicas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2010), mestre em Zoologia pelo Museu Nacional/UFRJ, onde desenvolveu pesquisas com dinossauros no Laboratório de Processamento de Imagem Digital do Departamento de Geologia e Paleontologia, investigando a biomecânica da espécie Saturnalia tupiniquim e de outros dinossauros basais com a utilização de tecnologias 3D. Possui Doutorado em Ciências pelo Museu de Zoologia da USP, onde trabalhou com a evolução de Theropoda (Dinosauria: Saurischia) com ênfase nos clados Ceratosauria e Tyrannosauroidea no Laboratório de Paleontologia com a utilização de morfometria geométrica e análises morfológicas comparativas. Após o doutorado, atuou como pesquisador visitante no Departamento de Zoologia do Trinity College Dublin, na Irlanda, onde realizou pesquisas com dinossauros terópodes não-avianos utilizando ferramentas estatísticas. Ainda na Irlanda atuou também como professor assistente no Trinity College Dublin e na National University of Ireland Maynooth para o curso de Ciências. Atualmente é pesquisador pós-doutorando na UNICAMP, onde desenvolve pesquisa sobre caracterização taxonômica e tafonômica de dentes de dinossauros terópodes do Grupo Bauru. Sua pesquisa está direcionada à evolução, morfologia, biogeografia e desenvolvimento de répteis e dinossauros. 
 
Lucy Gomes de Souza é bacharel e licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), onde estagiou no Laboratório de Paleontologia como bolsista IC-CNPq e IC-FAPEMIG no período de 2009 a 2013 e iniciou suas investigações sobre a diversidade e sistemática de crocodilianos do Neógeno amazônico, especialmente do táxon Gavialoidea. Mestre em Zoologia pelo Museu Nacional/UFRJ (2015), atualmente conduz seu doutoramento na mesma instituição, aprofundando suas pesquisas na sistemática filogenética, paleontologia e morfologia de crocodilianos e na Filosofia da Ciência. Desde 2019 Lucy conduz o canal Make Science BR, de vídeos de divulgação científica na internet.